Justiça do Rio retoma caso das rachadinhas de Flavio Bolsonaro

Em uma derrota para o clã Bolsonaro, caso das rachadinhas voltou a tramitar na Justiça do Rio de Janeiro, depois de seis meses de paralisação O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) autorizou o prosseguimento da ação relativa ao caso de desvio dos salários dos funcionários do gabinete do agora senador Flávio Bolsonaro […]

6 ago 2021, 17:29 Tempo de leitura: 1 minuto, 33 segundos
Justiça do Rio retoma caso das rachadinhas de Flavio Bolsonaro

Em uma derrota para o clã Bolsonaro, caso das rachadinhas voltou a tramitar na Justiça do Rio de Janeiro, depois de seis meses de paralisação

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) autorizou o prosseguimento da ação relativa ao caso de desvio dos salários dos funcionários do gabinete do agora senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) quando era deputado estadual, o caso das “rachadinhas”. Com isso, a ação, que estava há mais de seis meses parada, voltou a andar. Flavio Bolsonaro é acusado de comandar um esquema de recolhimento de salários de seu assessores à época em que era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Em uma decisão sigilosa proferida em 30 de junho, a desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo acolheu o pedido do Ministério Público Estadual e determinou que os acusados sejam notificados para apresentar resposta à acusação. Essas comunicações foram expedidas na última terça-feira (3) informa O Globo.

Em fevereiro, a Quinta Turma do STJ havia anulado as quebras de sigilo bancário e fiscal do senador efetuadas ao longo da investigação.O atual subprocurador-geral de Justiça de Assuntos Criminais, Roberto Moura Costa Soares, apresentou um pedido sigiloso no dia 31 de maio listando as provas do caso das rachadinhas que devem permanecer válidas, após a decisão do STJ. O subprocurador disse ao Tribunal de Justiça do Rio que é possível dar prosseguimento à ação porque existem evidências que vão além da quebra do sigilo.

Uma das provas citadas pelo MP é um acordo de delação premiada assinado com a ex-assessora Luiza Souza Paes, que confessou o esquema das rachadinhas no gabinete.

Via Brasil 247

Matéria publicada no site Canal da Resistência e replicada neste canal